ESPORTE

Palmeiras nega elitização de programa sócio-torcedor

O Palmeiras usou uma nota oficial para se defender de críticas a respeito do Avanti, programa de sócio-torcedor do clube

Folhapress
Publicado em 02/02/2019 às 14:09Atualizado em 17/12/2022 às 17:52
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Entrada de crianças com jogadores em campo é um dos benefícios do sócio

O Palmeiras usou uma nota oficial para se defender de críticas a respeito do Avanti, programa de sócio-torcedor do clube, que tem sido acusado por parcela da torcida de promover uma elitização do Allianz Parque ao dificultar o acesso de pessoas de menor renda ao estádio. 

No texto, divulgado na noite de sexta-feira (1º), o clube diz que o preço do ingresso mais barato cobrado na primeira fase do Paulista de 2008 (R$ 30 à época, R$ 56 nos dias de hoje devido à correção pela inflação) é maior que o valor tido como o mais baixo para os dias de hoje, de R$ 48,33.

Para chegar a esse número, foi levado em conta o perfil de um sócio do Plano Ouro do Avanti, que paga R$ 144,99 mensalmente e tem direito a 100% de desconto nos setores Gol Norte e Superior Norte, considerando uma média de três jogos em casa por mês. Neste cenário, porém, o torcedor precisa desembolsar os R$ 144,99 mensais e conseguir ingressos nos setores específicos em todas as partidas para que o valor unitário de cada jogo seja de R$ 48,33. 

A nota também ressalta a importância do Avanti para as finanças do Palmeiras e o peso que o programa tem para o sucesso do time, uma vez que 100% dos seus recursos são investidos no futebol. Segundo o clube, a soma do Avanti com a bilheteria do Allianz Parque corresponde a aproximadamente 20% da receita bruta do clube, que tem a maior taxa de ocupação média de estádios do país.

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