A eliminação da Ponte Preta contou com ares dramáticos no fim da partida e muita polêmica
O jogo que marcou a eliminação da Ponte Preta da Copa do Brasil na noite de terça-feira (12), contra o Aparecidense-GO, em Aparecida, deverá parar nos tribunais. Derrotado por 1 a 0, o clube campineiro irá recorrer ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), pedindo a anulação da partida em virtude de interferência externa sobre a arbitragem – o que é proibido pelas regras da competição.
A eliminação da Ponte Preta contou com ares dramáticos no fim da partida e muita polêmica. Depois de Uéderson abrir o placar a favor do Aparecidense ainda na etapa inicial, a Ponte Preta chegou a (quase) empatar a partida aos 44 minutos do segundo tempo, mas o gol não valeu.
O atacante Hugo Cabral, que havia entrado no intervalo, aproveitou rebote e mandou a bola para as redes, mas em posição de impedimento. O gol, inicialmente, foi validado, e jogadores, comissão técnica e até diretoria do Aparecidense partiram para cima do árbitro, que solicitou policiamento.
Depois de alguns minutos, o árbitro Léo Simão Holanda (CE) voltou atrás e cancelou o gol da Ponte Preta, agora gerando revolta dos jogadores do time paulista e precisando mais uma vez de policiamento. O jogo ficou paralisado por 16 minutos até ser reiniciado. O departamento jurídico da Ponte Preta já está levantando todas as imagens e áudios para acionar o STJD, o mais rápido possível.