O Brasil fez a lição de casa, goleou Honduras ontem, no Maracanã, e garantiu vaga em mais uma final olímpica. O time de Rogério Micale dominou o jogo do começo ao fim
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Jogadores mostraram competência nos passes e finalizações certeiras
O Brasil fez a lição de casa, goleou Honduras ontem, no Maracanã, e garantiu vaga em mais uma final olímpica. O time de Rogério Micale dominou o jogo do começo ao fim e não teve trabalho para construir a vantagem em gols. Neymar (2), Gabriel Jesus (2), Marquinhos e Luan marcaram para os canarinhos, que agora aguardam o vencedor de Nigéria e Alemanha para a decisão.
"Não deu nem pro cheiro". A famosa expressão popular de quando algo ocorre de forma fácil e rápida foi o reflexo da blitz brasileira em cima de Honduras. Logo aos 14 segundos da partida Palácios saiu jogando errado na frente de Neymar. O craque foi mais esperto, roubou a bola do zagueiro e a dividiu com o goleiro para marcar o gol mais rápido da história das Olimpíadas.
Enquanto os hondurenhos se revezavam cometendo faltas, sobretudo em Neymar, o Brasil dominava o duelo com tranquilidade e seriedade. Aos 25, Gabigol foi lançado no meio de campo e tocou para Luan, que deu um lindo passe nas costas da zaga para Gabriel Jesus marcar o 2º tento.
Ao mesmo tempo em que o adversário seguia batendo, no minuto 34 Neymar recebeu e pifou o camisa 11, que saiu livre na área e tocou de novo na saída de López. Era o 3º do Brasil. Honduras ainda teve um pênalti sonegado pela arbitragem. Mas não teve jeito. O time de Rogério Micale amassou o adversário nos primeiros 45 minutos, praticamente garantindo a passagem à final olímpica.
Com 5 minutos da 2ª etapa, Marquinhos tentou duas vezes ampliar a goleada e marcar o 4º do Brasil. A vaga à final já estava garantida. Bastava administrar o tempo e poupar alguns jogadores. Mas Luan, em mais uma ótima atuação marcou o 5º gol e Neymar, de pênalti, fechou a conta no Maracanã.
Vale lembrar que apesar dos dois empates na primeira fase, em 5 jogos a seleção não sofreu nenhum gol. As últimas boas exibições e a passagem para decidir o ouro credenciam o Brasil a chegar forte à disputa pelo tão sonhado ouro olímpico.