Ele foi arrolado como testemunha de defesa de Carlos Arthur Nuzman, ex-presidente do comitê organizador da Rio-16
Um tratamento de saúde adiou o depoimento de Pelé ao juiz Marcelo Bretas sobre a denúncia de compra de votos de membros do Comitê Olímpico Internacional (COI) para a eleição do Rio como sede da Olimpíada de 2016.
Ele foi arrolado como testemunha de defesa de Carlos Arthur Nuzman, ex-presidente do comitê organizador da Rio-16 e do COB (Comitê Olímpico do Brasil), um dos réus no caso. Inicialmente previsto para ocorrer na próxima segunda-feira (14), a videoconferência do ex-jogador foi adiada para o dia 29.
De acordo com documento do oficial da Justiça Federal, o advogado de Pelé, Paulo Gustavo, afirmou na terça-feira (8) que o ex-jogador estava em Brasília para um tratamento de saúde. Ele só retornará a Santos na próxima terça-feira (15).
Pelé convive com problemas médicos desde 2012. De lá para cá, foi submetido a três cirurgias - no fêmur, no menisco e na coluna.
O ex-jogador já havia cancelado em janeiro ida a Londres para uma homenagem da associação de cronistas esportivos da Inglaterra, FWA (Football Writers' Association).