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Acusado de integrar quadrilha não consegue habeas corpus no TJMG

Reginaldo Batista da Costa, vulgo Negrete, não conseguiu habeas corpus junto ao Tribunal de Justiça de Minas. Ele foi preso em fevereiro

Publicado em 06/04/2013 às 00:18Atualizado em 19/12/2022 às 13:48
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Reginaldo Batista da Costa, vulgo “Negrete”, não conseguiu habeas corpus junto ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Ele foi preso em fevereiro dentro do Uberaba Country Club. Negrete é acusado de fazer parte de quadrilha envolvida em diversos crimes, com uso de extrema violência. De acordo com relator, desembargador Pedro Vergara, a prisão deve ser mantida devido a gravidade dos crimes e para garantir o andamento das investigações no inquérito policial. Segundo ele, existem indícios da participação do acusado em uma gangue bem articulada responsável por diversos crimes como roubo, formação de quadrilha e tráfico de drogas.    A quadrilha, segundo o relator, teria membros que trabalham em empresa dedicada ao ramo da segurança patrimonial. Estes, em tese, estariam municiando outros integrantes para a prática de roubos. “A investigação está lastreada em centenas de horas de conversas telefônicas interceptadas com autorização judicial, cujo teor, ao menos em primeira análise, incrimina os interlocutores. A quantidade de investigados, mais de 40, e a gama de crimes em apuração, pelo menos uma dezena, justifica a dilação do prazo para a conclusão do inquérito e a prorrogação da custódia cautelar”, concluiu o desembargador.

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