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Advogada estuda estratégia para defesa do acusado de homicídio

Vera Lúcia Coimbra Roso, advogada dativa do mestre de obras Lindoval de Jesus Pereira, acusado do assassinato de estudante

Publicado em 02/11/2013 às 00:42Atualizado em 19/12/2022 às 10:24
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Vera Lúcia Coimbra Roso, advogada dativa do mestre de obras Lindoval de Jesus Pereira, acusado do assassinato da estudante de medicina Virlanea Aparecida Augusta de Lima, ainda estuda o processo para traçar a defesa do cliente, que será levado a julgamento popular em 26 de novembro no Fórum Melo Viana. “O processo é longo, com muitos volumes. Ainda estamos estudando todos os detalhes para depois elaborarmos a estratégia de defesa”, informa. Virlanea Aparecida foi assassinada com requintes de crueldade no dia 12 de outubro de 2008. Na ocasião, ela se dirigia ao plantão no Hospital das Clínicas da UFTM. Ela e Lindoval mantiveram relacionamento por seis anos, mas se separaram pouco tempo antes do seu desaparecimento. A universitária se formaria em Medicina no fim daquele ano. Na época, seu corpo foi encontrado por um pescador no rio Grande, com duas marretas e uma roldana amarradas ao pescoço. A morte teria sido causada por traumatismo craniano.   Vera Lúcia diz que nunca perguntou se o mestre de obras realmente assassinou a ex-namorada e assegura que o mesmo também nunca lhe confessou o crime. Ela ainda coloca o cliente como uma pessoa tranquila, embora ele esteja sendo acusado de crime bárbaro que, na época, causou grande clamor público. A advogada lida com a situação com tranquilidade, dizendo que saberá lidar com toda a pressão que virá em decorrência do júri popular. “Isso é natural. A sociedade gosta deste tipo de assunto e até fica deslumbrada, mas não há nada de excepcional no caso. É um crime passional como tantos outros”, coloca. A defensora também se coloca otimista em relação à absolvição do cliente. “Eu tenho que acreditar que ele será absolvido”, finaliza.   O júri popular será presidido pelo juiz titular da 2ª Vara Criminal, Fabiano Garcia Veronês, sendo que a acusação será feita pelo promotor de Justiça Eduardo Pimentel de Figueiredo. Lindoval será julgado por homicídio consumado e ocultação de cadáver.

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