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Novo sistema para cobrança de crédito deve desbancar as máquinas convencionais que ficarão obsoletas
Novo sistema de cobrança via celular será lançado pela Aciu em breve. A entidade está firmando parceria com empresa de atuação nacional para implantar a tecnologia que será oferecida aos comerciantes da cidade. Nesta semana será realizado mais um encontro entre representantes da entidade e da empresa para acertar os últimos detalhes e esclarecer dúvidas pendentes antes de fornecer o produto ao empresário.
“Vamos trazer para Uberaba uma tecnologia que é possível ser utilizada com o cartão de crédito. E a grande vantagem é que não será preciso pagar por isso. Não existe taxa de manutenção. O percentual da venda continua sendo repassado à operadora do cartão, mas os custos com a nova máquina são mais econômicos. O empresário compra o aparelho no valor de R$ 40, paga somente uma vez, não existem cobranças mensais, e desta forma poderá vender seus produtos com cartão de crédito”, explica o presidente da Aciu, Manoel Rodrigues Neto, ressaltando que este pequeno dispositivo será acoplado ao celular, smartphone, através de um aplicativo, possibilitando assim o uso do cartão de crédito para pagamento.
Segundo o presidente classista, com certeza, essa será uma tecnologia inovadora que muitos empresários, principalmente os pequenos, poderão adquirir sem muitos gastos. Além disso, a mobilidade e a facilidade de aceitar cartões de crédito de todas as bandeiras no mesmo aparelho são outras vantagens deste equipamento.
Entretanto, a parceria ainda não é oficial. Nesta semana, os representantes da empresa que fornecerá esta tecnologia estarão na cidade para acertar alguns detalhes e também esclarecer algumas dúvidas sobre o produto. Logo em seguida, deverá ser realizado o lançamento, mostrando aos comerciantes como funciona o equipamento, as seguranças que oferece, a tecnologia, entre outros benefícios. “Porém o mais importante em adquirir esse equipamento, é, com certeza, a mobilidade, podendo levá-lo a qualquer lugar do país, além dos custos que serão menores do que as máquinas convencionais”, finaliza Manoel.