Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, as construtoras de médio e pequeno portes são as mais afetadas porque não têm dinheiro em caixa para fazer frente às obrigações nem lastro financeiro para novos empréstimos. E neste sentido sindicatos da construção civil (Sinduscon) de vários Estados disseram que foram procurados por empresas para relatar dificuldades com o atraso na liberação dos recursos, que compromete os pagamentos a empregados e fornecedores.
Ainda de acordo com matéria divulgada no Estadão, os bancos públicos – Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil – informaram que a liberação dos recursos é feita pela Secretaria do Tesouro Nacional, que por sua vez, em nota, afirmou que os repasses estão seguindo a programação normal e que foram liberados R$ 3,9 bilhões neste ano. À equipe de reportagem do Jornal da Manhã a Caixa informou em nota que não há registro de pagamentos em atraso a construtoras de obras no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida no município de Uberaba.