Mário Abdão garante ter feito prestação de contas enquanto presidente entregando inclusive, todas as certidões negativas, ao fim do mandato
Candidato impugnado para a disputa sucessória no Instituto de Engenharia e Arquitetura do Triângulo Mineiro (IEA-TM), engenheiro Mário Abdão Amui Junior, explica que a decisão de procurar as vias judiciais para anular a eleição se deu por conta da não deliberação do Conselho Consultivo quanto à impugnação da chapa a qual encabeça.
Ainda de acordo com ele, o atual presidente, Eurípedes Fernandes Souto, não tinha autoridade de impugnar ou homologar a chapa. Segundo o candidato, todas as deliberações da diretoria executiva devem passar pelo órgão formado por oito ex-presidentes. Inclusive, dos oito conselheiros, seis assinaram uma carta pedindo que houvesse a consulta deliberativa.
Mário Abdão garante ter feito a prestação de contas enquanto presidente entregando inclusive, todas as certidões negativas, ao final do mandato. Ele destaca ainda que conseguiu dar receita à entidade e, segundo ele, o IEA-TM não conseguia se manter apenas com as contribuições dos associados, “mas hoje consegue através do aluguel de imóveis construídos durante minha gestão”, diz. Porém, ele esclarece que toda a documentação relacionada à prestação de contas foi retirada da sede da entidade, à época, pelo seu sucessor Luciano Veludo. “Existem atas que comprovam tudo isso”, diz. Ele também desconhece o fato de estar inadimplente. (DB)