Depois de o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial reduzirem as estimativas de crescimento da economia brasileira, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) anuncia nova projeção para o indicador, que caiu de 2,1% para 1,8% este ano.
A estimativa de crescimento da indústria caiu de 2% para 1,7% e a projeção dos investimentos foi reduzida de 5%, em dezembro, para 2,5% em março. A CNI atribui a perspectiva pessimista a fatores com longo ciclo da alta dos juros, política de aperto monetário pelo Banco Central, reversão de desonerações tributárias, como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis; a provável intensificação do custo de produção, por causa do encarecimento da energia elétrica pelo déficit hídrico e dos insumos importados pela desvalorização cambial.
Para a CNI, o ano de 2014 começou com bons resultados, mas esse ritmo não deve ser mantido no resto do ano.