O desocupado Igor Souza Brito, 19 anos, irá responder criminalmente pelo assalto realizado no dia 20 de janeiro no bar “Point Universitário”, localizado no bairro Universitário
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Igor Souza Brito, 19 anos, foi denunciado pelo crime de roubo qualificado ocorrido no dia 20 de janeiro O desocupado Igor Souza Brito, 19 anos, irá responder criminalmente pelo assalto realizado no dia 20 de janeiro no bar “Point Universitário”, localizado no bairro Universitário. Ele foi denunciado pelo crime de roubo qualificado pelo promotor Laércio Conceição Lima, da 5ª Promotoria de Justiça Criminal. Durante a ação criminosa, o comparsa do denunciado, Nailton Felipe Gonçalves da Silva, foi alvejado por um policial militar que estava à paisana e acabou falecendo uma semana depois. A denúncia foi protocolada na 1ª Vara Criminal, cujo titular é o juiz Ricardo Cavalcante Mota. Nela, Igor e Nailton chegaram ao bar em uma motocicleta. Nailton foi o responsável por passar de mesa em mesa assaltando os clientes, enquanto Igor o aguardava do lado de fora em uma motocicleta para sair em fuga. Em uma das mesas do bar estava o policial militar à paisana W.C.R.S., 24 anos, que ao perceber que seria abordado e temendo por sua integridade, se identificou e deu voz de prisão ao assaltante. Este, por sua vez, não respeitou a ordem e efetuou disparos de arma de fogo contra o militar que revidou e acabou o atingindo. Ao ouvir estampidos provenientes dos disparos, Igor fugiu, deixando seu comparsa para trás. Diante da coautoria, Igor foi preso em flagrante no dia seguinte, debaixo da cama da própria residência. Ele foi indiciado pelo crime visto que auxiliou o comparsa durante todo o assalto. Quanto a Nailton, mesmo ferido no antebraço e na perna direita, ele ainda tentou fugir, mas caiu, sendo socorrido pelo resgate do Corpo de Bombeiros e levado ao pronto-socorro do Hospital de Clínicas da UFTM. Nailton faleceu uma semana depois devido ao fato de um dos tiros ter acertado a veia femoral, com muita perda de sangue. Já o policial chegou a ser preso no 4º Batalhão de Polícia Militar (4ºBPM), porém já está nas ruas trabalhando normalmente. A denúncia foi protocolada na 1ª Vara Criminal, cujo titular é o juiz Ricardo Cavalcante Mota.