
Entre os principais fatores que influenciam o aumento estão encargos do setor elétrico, compra de energia pelas distribuidoras, custos de transmissão e a variação de indicadores econômicos, como a inflação (Foto/Divulgação)
A conta de energia elétrica deve ficar mais cara em 2026. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) projeta um aumento médio de aproximadamente 8% nas tarifas ao longo do ano, refletindo custos do setor e ajustes contratuais das distribuidoras.
Em Minas Gerais, o impacto deve ser sentido principalmente a partir de maio, com o reajuste tarifário anual da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais). A revisão leva em consideração fatores como custos de geração e transmissão, encargos do setor e a inflação do período.
Segundo a Aneel, os reajustes variam entre as concessionárias, mas a estimativa nacional indica pressão no orçamento de famílias e empresas, especialmente em um cenário econômico ainda com custos elevados.
Entre os principais fatores que influenciam o aumento estão encargos do setor elétrico, compra de energia pelas distribuidoras, custos de transmissão e a variação de indicadores econômicos, como a inflação.
No caso da Cemig, o reajuste segue regras definidas pela Aneel e busca manter o equilíbrio econômico-financeiro da concessão. O índice exato para 2026 ainda será divulgado oficialmente, mas a tendência acompanha a média nacional de alta.
Especialistas também apontam que o regime de chuvas e o nível dos reservatórios podem impactar o custo da energia. Em períodos de menor geração hidrelétrica, pode haver acionamento de usinas térmicas, que têm custo mais elevado.
O aumento na tarifa de energia também influencia a inflação, já que afeta tanto o consumo residencial quanto os custos de produção em diversos setores. Diante desse cenário, a recomendação é reforçar hábitos de consumo consciente para reduzir gastos no dia a dia.