Procurado pela reportagem, o professor e ex-vereador Gilberto Caixeta explica que o processo não está mais no Tribunal de Contas da União (TCU). Agora, a questão será julgada pela Justiça Federal. Esclarece que o TCU apenas apontou equívocos na prestação de contas através de um parecer técnico. “Com o que eu não concordo”, afirma. Para ele, a decisão final cabe à Justiça Federal. “Quem vai julgar se houve equívoco ou não, dolo ou não, é a Justiça. É esta decisão que eu aguardo”, frisa. O vereador informa que nesta etapa terá todas as oportunidades de defesa, lembrando que essa situação o acompanha há 14 anos. “E a minha expectativa é de que tudo se defina o mais breve possível na Justiça”, declara.
De acordo com Caixeta, não houve condenação por parte do TCU. O órgão apenas apontou equívocos em sua prestação de contas em um parecer técnico que desaguou na Justiça Federal. “Eu já fiz minha defesa e os devidos esclarecimentos. Agora é aguardar a decisão”, informa o professor, demonstrando tranquilidade na certeza de que tudo será solucionado em seu favor.
Além disso, ele explica que, embora não seja candidato a nenhum cargo eletivo, a lei da Ficha Limpa só recai para aquelas pessoas que foram julgadas, de forma colegiada, pelo Poder Judiciário.
A reportagem do Jornal da Manhã tentou, por diversas vezes, entrar em contato com o empresário Odo Adão Filho, através de e-mail e telefone celular, para que o mesmo se posicionasse sobre o assunto, mas não obteve retorno.