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Defesa quer anular júri que condenou autor de chacina das três irmãs

O réu foi condenado a 56 anos de prisão pelo assassinato da mulher e duas cunhadas em crime ocorrido em 2011

Daniela Brito
Publicado em 25/03/2014 às 09:29Atualizado em 19/12/2022 às 08:29
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Após condenação, a defesa de Edson Fernandes quer a anulação do júri popular realizado no dia 13 de março no Fórum Melo Viana. O réu foi condenado a 56 anos de prisão pelo assassinato da mulher e duas cunhadas em crime ocorrido no bairro Boa Vista em 2011.

De acordo com o advogado Leuces Teixeira, a manifestação com a intenção de propor o recurso já foi protocolada e aguarda apenas o deferimento do juiz Fabiano Garcia Veronez, da 2ª Vara Criminal. Para o advogado, Edson deve ser submetido a um segundo Tribunal do Júri, visto que o resultado do primeiro foi manifestamente contrário à prova dos autos. Segundo ele, o laudo de semi-imputabilidade foi ignorado.

Ele lembra que o exame de sanidade mental foi realizado a pedido do Ministério Público e, durante o julgamento, o promotor de Justiça Raphael Soares Moreira César Borba o colocou como uma “piada”. “Este será meu argumento principal”, diz. Leuces também coloca que vai questionar os quesitos colocados aos jurados que, conforme avalia, se deu de maneira incorreta, e, ainda, a pena de 56 anos, a qual considera elevada.

 

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