GERAL

Esclarecimento sobre arrematação da Têxtil

A propósito da notícia veiculada no dia 18 de fevereiro, a família Magalhães enviou a seguinte nota de esclarecimento...

Publicado em 03/08/2018 às 10:18Atualizado em 20/12/2022 às 13:51
Compartilhar

A propósito da notícia veiculada no dia 18 de fevereiro, a família Magalhães enviou a seguinte nota de esclarecimento à Redaçã

“A diretoria da Cia. Têxtil do Triângulo, em razão da abertura do mercado aos têxteis asiáticos, somados aos planos econômicos governamentais àquela época, os quais inviabilizaram a liquidez da empresa, decidiu requerer, no ano de 1993, sua autofalência com o propósito de proteger indistintamente todos os credores. Encerrou, assim, suas atividades, contando com patrimônio vezes superior aos seus débitos (passivo), esperando que a Justiça e seus administradores pudessem adimplir todo o passivo, retornando aos sócios ainda algum bom capital.

Se contados mais de 15 (quinze) anos entre a autofalência e a presente data, nenhum credor, seja de que categoria for, nada ou pouco recebeu, tal culpa não pode ser atribuída à diretoria da empresa em liquidação, especialmente aos integrantes da intitulada ‘família Magalhães’, porquanto, repita-se, entregou às mãos do Poder Judiciário os destinos de um patrimônio secular e que superava em muitos suas dívidas, conforme se verifica dos autos de falência nº 070195005550-2. E se questionamentos devem ser feitos, podem ser dirigidos ao Ministério Público, pois tem o dever de fiscalizar as razões pelas quais o patrimônio deixado, transcorridos anos de ineficiência estatal, permissa venia, não será suficiente, sequer, para cobrir as dívidas trabalhistas, permitindo o desamparo de diversos e queridos funcionários da saudosa Têxtil.

As atuações do Espólio de Édio Navarro Magalhães e dos sócios Joaquim José Martins Borges e Sandra Ramos Magalhães, ao longo do tempo, sempre visaram alcançar valores menos injustos ao patrimônio da empresa autofalida e salvaguardar especialmente os credores trabalhistas. Tanto é verdade que a empresa, não fosse a intervenção de ex-funcionários e, especialmente, do espólio Magalhães, teria sido alienada por menos de R$ 700.000 (setecentos mil reais), e agora já alcança o patamar de R$ 2.500.000 (dois milhões e quinhentos mil reais).

Finalmente, as mazelas da empresa, como todo o destino de seu patrimônio, somente podem ser questionados à administração judicial da massa, pois desde o ano de 1993 que os sócios ou diretores gerência alguma tiveram sobre os bens entregues ao Poder Judiciário.”

Assuntos Relacionados
Compartilhar

Nossos Apps

Redes Sociais

Razão Social

Rio Grande Artes Gráficas Ltda

CNPJ: 17.771.076/0001-83

JM Online© Copyright 2026Todos os direitos reservados.
Distribuído por
Publicado no
Desenvolvido por