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Homem que agrediu amásia terá que prestar serviços à comunidade

Euripedes Barsanufo Moreira Gouveia sentou no banco dos réus pela tentativa de homicídio contra a amásia, Magali Aparecida Silva

Daniela Brito
Publicado em 03/10/2015 às 20:32Atualizado em 16/12/2022 às 22:00
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Tribunal do Júri realizou mais um julgamento ontem no Fórum Melo Viana. Euripedes Barsanufo Moreira Gouveia sentou no banco dos réus pela tentativa de homicídio praticada contra a amásia, Magali Aparecida Silva.  O crime ocorreu no dia 28 de março de 2012, no Residencial Mangueiras. 

O réu teve a defesa feita pelo advogado Odilon dos Santos. A acusação está nas mãos da promotora de Justiça Silvana da Silva Azevedo. O júri foi presidido pela juíza Juliana Miranda Pagano.

Por maioria, os jurados desclassificaram a acusação de tentativa de homicídio para lesões corporais. Com isso, o réu foi condenado à prestação de serviços à comunidade. Este foi o último julgamento da pauta divulgada pela 3ª Vara Criminal.

Na terça-feira, a pauta de julgamento será retomada pela 1ª Vara Criminal. Quem senta no banco dos réus é Guilherme Augusto Cardoso. O crime, decorrente de desacordo comercial, ocorreu após briga em um bar no Grande Horizonte, em 12 de janeiro de 2014. A vítima foi atingida com três disparos de arma de fogo, que a acertaram nas costas e no antebraço esquerdo. A defesa será feita pelo advogado Guilherme de Almeida Cunha. O promotor de Justiça Alcir Arantes irá atuar na acusação. O julgamento será presidio pelo juiz Ricardo Cavalcante Motta.

Outro. Após quase dez horas de julgamento, Tribunal do Júri absolveu na quinta-feira (1ª) um casal por tentativa de homicídio no Fórum Melo Viana. Paulo Fernando Vieira da Silva e Josiane Cristina Gontijo foram julgados pela tentativa de homicídio praticada contra Fernanda Aparecida Silva, também em pauta da 3ª Vara Criminal. Os réus foram defendidos por Marcelo Tonus Melo Furtado de Mendonça enquanto a acusação foi desempenhada pela promotora de Justiça Silvana da Silva Azevedo. Durante o julgamento, oito testemunhas foram ouvidas pela defesa e acusação.

Por maioria, o conselho de sentença decidiu pela absolvição dos réus.

O crime ocorreu em dezembro de 2011, no bairro Estrela da Vitória. A decisão do júri popular ainda cabe recurso junto ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

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