Mudança é decorrente do decreto presidencial assinado em dezembro por Michel Temer, a pedido do Tribunal Superior Eleitoral
Aqueles que são resistentes ao horário de verão terão menos dias de descontentamento este ano em decorrência da aplicação do decreto presidencial, determinando a mudança nos relógios para o primeiro domingo de novembro.
Com o decreto, o horário de verão começará no dia 4 de novembro. A data do final não foi modificada e continuará sendo o terceiro domingo de fevereiro, dia 16. Em um comparativo com o ano passado, o horário terá 21 dias de duração a menos.
A definição da mudança foi feita em dezembro de 2017 por Michel Temer, a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por conta das eleições. Na época, o ministro Gilmar Mendes estava à frente do Tribunal e argumentou que a medida facilitará a apuração dos votos, uma vez que o país não terá uma diferença tão extensa de fusos horários. O primeiro turno da eleição será no dia 7 de outubro e o segundo no dia 28 do mesmo mês.
Atualmente, os relógios são adiantados em uma hora em 10 estados: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
Em suma, o horário de verão visa intensificar o uso da luz natural em relação à artificial. Ao adiantar os relógios em uma hora, entende-se que há uma queda da concentração de consumo de energia entre 18h e 21h. Com isso, ocorre uma diminuição da curva de consumo, com um menor carregamento nas linhas de transmissão, nas subestações e nos sistemas de distribuição de eletricidade.
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