Inquérito policial que apura a morte do ex-presidente da CDL e empresário Alberto Sttaciarini continua nas mãos do delegado do DHPP
Inquérito policial que apura a morte do ex-presidente da CDL e empresário Antônio Alberto Stacciarini continua nas mãos do delegado do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Alexandre Oliveira da Fonseca, em Belo Horizonte. Com isso, o homicídio do empresário, encontrado em casa no dia 4 de abril de 2011, continua sem nenhuma resposta.
No ano passado, os autos seguiram para a capital mineira onde ficaram por três meses para diligências. Ao retornarem, em dezembro do ano passado, o promotor Laércio Conceição Lima, titular da 5ª Promotoria Criminal e de Defesa dos Direitos Humanos, solicitou novas diligências e, por isso, os autos seguiram novamente para o DHPP – onde se encontram desde o dia 28 de fevereiro. Entre as diligências solicitadas está a análise pericial de duas provas que estão sob sigilo bancário, fiscal e telefônico. Somente após conclusão desse trabalho, os autos retornarão a Uberaba.
Antes de os autos seguirem para Belo Horizonte, a família da vítima nomeou o advogado Leuces Teixeira para acompanhar as investigações. Ele chegou a ter acesso à parte dos autos, mas, com as novas diligências, ele foi impedido de analisá-los. Ainda segundo o advogado, somente se for instaurada alguma ação penal, ele poderá atuar de fato no processo.
Por outro lado, o advogado do principal suspeito do crime, D.B.F., pediu para que fosse decretado segredo de Justiça – o que foi acatado pelo juiz da 1ª Vara Criminal, Ricardo Cavalcante Motta. D.B.F chegou a cumprir trinta dias de prisão temporária, através de um mandado de prisão, mas acabou solto na noite do dia 17 de maio, visto que o magistrado não acatou o pedido de prisão preventiva, seguindo parecer do Ministério Público.