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Júri absolve mais um acusado de homicídio por falta de provas

O vaqueiro Jerry Adriano de Carvalho, vulgo “Dequinha”, foi absolvido em Júri Popular da acusação de homicídio do padrasto, o trabalhador braçal Manoel Pereira de Melo, o Manelão

Daniela Brito
Publicado em 16/07/2014 às 00:33Atualizado em 19/12/2022 às 06:53
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O vaqueiro Jerry Adriano de Carvalho, vulgo “Dequinha”, foi absolvido ontem, em Júri Popular, da acusação de homicídio do padrasto, o trabalhador braçal Manoel Pereira de Melo, o Manelão. O crime ocorreu no dia 17 de fevereiro de 2007, em Delta. Manelão foi morto com três tiros sendo um na cabeça e dois no tórax.

O julgamento durou quase oito horas. “Dequinha” foi defendido pelo advogado Leuces Teixeira de Araújo, enquanto a acusação foi feita pela promotora de Justiça Aimara de Brito. A juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues presidiu o julgamento, cuja pauta pertenceu à 3ª Vara Criminal.

Três testemunhas arroladas pela defesa depuseram durante o Júri Popular. A tese utilizada pela defesa foi de negativa de autoria. De acordo com o advogado, não há provas nos autos que confirmem o envolvimento do vaqueiro na morte do padrasto.

O Conselho de Sentença, formado por cinco mulheres e dois homens, acatou, por maioria, o argumento da defesa e, consequentemente, Jerry Adriano foi absolvido da acusação. O Ministério Público ainda pode recorrer da decisão no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

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