Estimativa é de que a empresa tenha provocado prejuízos de R$ 100 mil em consumidores de várias regiões do país.
Inquérito que investiga os golpes aplicados na internet pela empresa Digiminas mudou de mãos. O delegado Luiz Antônio Blanco era o titular, mas o processo acabou assumido pela delegada Laís Fernanda Esperança Gomes, responsável pela Aisp Boa Vista.
O inquérito retornou às mãos da Polícia Civil após manifestação do promotor Carlos Valera e do juiz Habib Felippe Jabour, que solicitou novas diligências. Entre as medidas judiciais estão a decretação da prisão do acusado, o bloqueio das contas e a penhora dos valores encontrados nas contas e até mesmo a busca e apreensão de veículos.
A peça foi entregue no dia 17 de outubro de 2008 no Fórum Melo Viana e distribuída no dia 20 para a 2ª Vara Criminal. No dia 22 foi aberta vista para o MP, que solicitou a remessa à PC para cumprimento das diligências. Agora, o inquérito aguarda a concretização dos procedimentos solicitados pelo MP. Até mesmo o bloqueio do site foi determinado, além de outras medidas já atendidas pela Justiça, mas mantidas em sigilo para não atrapalhar as investigações.
O inquérito tem como réu Marcos Fernandes Ryelmi, acusado de crime contra o patrimônio. São dezenas de reclamações de pessoas que caíram no golpe, que ultrapassa R$ 100 mil. Além da Digiminas, Ipek e Evidence também seriam nomes utilizados pela mesma quadrilha.