GERAL

Levantamento indica que apenas 22,5% dos mineiros apoiam a legalização da maconha

Em contrapartida, 92,5% dos mineiros se mostraram contrários a descriminalizar as drogas sintéticas, como ecstasy, LSD e metanfetaminas

Publicado em 30/04/2018 às 09:52Atualizado em 16/12/2022 às 04:16
Compartilhar

Projeto Minas no Brasil de 2018 mostra que a grande maioria dos mineiros é contra a descriminalização das drogas no país. Essa é a quarta edição do projeto, realizado pelo grupo Mercadológica, em parceria com o Jornal O Tempo.

O uso e a possibilidade de liberação do uso de drogas estão sempre entre as rodas de discussões, especialmente quando é investido mais e mais dinheiro no combate, além das questões envolvendo os prejuízos à saúde humana e a relação com a segurança pública e a economia. Conforme os resultados da pesquisa, independentemente da droga hoje considerada ilegal pela legislação, o mineiro é contrário à sua descriminalização, com altos índices.

Segundo O Tempo, entre as drogas hoje barradas pela lei, a maconha foi a que recebeu maior “apoio” à sua descriminalizaçã 22,5% dos mineiros se mostraram favoráveis a uma mudança na legislação – sobretudo pessoas até 44 anos, das classes A e B, brancas e não católicas ou evangélicas. Ainda conforme os resultados, 72,8% dos entrevistados defenderam a permanência da legislação atual.

Em contrapartida, 92,5% dos mineiros se mostraram contrários a descriminalizar as drogas sintéticas, como ecstasy, LSD e metanfetaminas. Os números indicam que apenas 4,8% dos entrevistados defendem a legalização. Em índice semelhante, 4,7% dos mineiros afirmaram que a cocaína também deveria ser descriminalizada. Na liderança da rejeição dos mineiros, conforme a pesquisa, estão o crack e a heroína, com mais de 93% sendo contrários à descriminalização.

O consumo de bebidas alcoólicas e cigarro por parte dos mineiros também foi abordado no levantamento. O resultado é que 40,6% confirmaram que bebem, enquanto 59,4% negaram. Dentre os que dizem que usam, o destaque é para os homens, pertencentes às classes A e B e não evangélicos, e com até 44 anos.

A maioria dos entrevistados negou ser fumante: 84,7%. Por outro lado, 15,3% afirmaram que fazem uso do cigarro comum.

A pesquisa. O levantamento foi realizado entre os dias 16 e 22 de abril. Segundo O Tempo, foram ouvidas 601 pessoas com mais de 18 anos em 45 municípios por meio de entrevistas telefônicas. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais para mais ou menos. O intervalo de confiança é de 95% (ou seja, em 100 cenários, 95 mostrarão resultados dentro da margem de erro apontada).

*Com informações do Jornal O Tempo

Assuntos Relacionados
Compartilhar

Nossos Apps

Redes Sociais

Razão Social

Rio Grande Artes Gráficas Ltda

CNPJ: 17.771.076/0001-83

JM Online© Copyright 2026Todos os direitos reservados.
Distribuído por
Publicado no
Desenvolvido por