A maioria dos pedidos de afastamento tem como base realização de pós-graduação
Ministério do Planejamento detalhou que mais de 24 mil servidores ficaram fora de suas funções, em agosto deste ano, acumulando seus proventos de forma parcial ou por inteiro. Segundo cálculo da pasta, foram gastos R$ 260 milhões com as ausências. A informação foi publicada pelo jornal “Valor Econômico” e confirmada pelo Extra.
A maioria das requisições teve como base realização de pós-graduação em território brasileir foram amis de oito mil pedidos, sendo que, desses, mais de 6.600 são docentes em instituições federais.
Vale lembrar que as licenças estão previstas em lei e o funcionário pode requisitá-las de acordo com suas regulamentações. Além de realização de pós-graduação, estão liberados o afastamento para tratamento de doença, para estudo, para capacitação, além de licenças maternidade e paternidade, entre outros.
O dado deve ser utilizado pelo governo como base para propor alterações nas regras atuais. A intenção é restringir o acesso dos servidores para reduzir a proporção de funcionários fora de serviço.