Conforme o coordenador clínico da Apae, Alex Abadio Ferreira, o uso de medicamentos, como adjuvantes, no tratamento de pacientes portadores de autismo é utilizado para amenizar o quadro clínico, assim como os sintomas apresentados pelo portador. “Mas, vale ressaltar, que o medicamento não serve para tratar o autismo, pois não tem cura”, afirma.
O profissional acredita que a tecnologia pode oferecer vantagens no tratamento do comportamento autista quando é bem utilizada. “A nova tecnologia deve permitir aplicar a prática do conhecimento. Precisamos saber se as necessidades clínicas coincidem com as vantagens que aquilo pode oferecer e se temos o conhecimento necessário, tanto da tecnologia em si como do tratamento comportamental”, analisa.
Por fim, o coordenador explica que, em Uberaba, existem algumas instituições que lidam ou apoiam pessoas com autismo e que podem dar mais informações sobre o TEA. “No caso dos autistas que apresentam qualquer transtorno mental associado, o atendimento pode ser na Apae. Aqui, oferecemos equoterapia para crianças com autismo que não estudam na instituição, vindo somente para esse fim”, conclui.