GERAL

“Minha Casa, Minha Vida” aquece mercado da construção

Com a aplicação da segunda versão do programa do Governo Federal, Uberaba volta a construir milhares de unidades, o que é uma alavanca na geração de emprego

Geórgia Santos
Publicado em 19/08/2013 às 10:15Atualizado em 19/12/2022 às 11:31
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Unidades habitacionais construídas pelo Programa Minhas Casa Minha Vida do Governo Federal, em Uberaba, que aquecem o mercado da construção

Novas unidades do Minha Casa Minha Vida voltam a aquecer o mercado da construção civil. Uberaba se tornou destaque devido à quantidade de casas construídas por meio do programa habitacional, isto movimentou o nível de emprego no setor, logo em seguida houve uma estagnada, gerando queda na contratação na transição da primeira para a segunda versão do programa. Agora, com o anúncio de novos investimentos e a construção de mais unidades, as perspectivas voltam a ser positivas. 

De acordo com o presidente do Sinduscon, Roberto Veludo, foram assinados novos contratos, e um deles com 2.500 casas no Residencial Rio Janeiro, o maior conjunto habitacional da história de Uberaba e do interior de Minas Gerais.

“No governo passado atingimos o maior empreendimento do interior do Brasil, e continuamos muito bem no processo”, explica Veludo, lembrando que estão por vir outras obras como as novas unidades do bairro Beija-Flor, onde serão construídas cerca de 800 casas do Minha Casa Minha Vida.

Segundo o presidente do Sinduscon, o programa habitacional do Governo Federal é uma alavanca muito boa para a geração de emprego e movimentação da economia, como também para realizar o sonho daquela pessoa que está aguardando a casa nova. “Apesar de contarmos com a existência de programas como este, nós sentimos alijados do processo de atenção do Governo Federal. Vários setores da economia ganham benefícios como a redução de impostos, mas nós, da construção, não temos nenhum benefício. Tivemos uma promessa de desoneração da folha através de uma Medida Provisória do governo que entraria em vigor este ano, mas já foi cancelada e não teremos mais”, explica Veludo, que cobra mais atenção do governo para a construção civil.

Em nível municipal, Roberto Veludo disse que o Sinduscon possui projeto que deve ser apresentado ao prefeito Paulo Piau. “A nossa intenção é retirar alguns impostos. Se a pessoa comprar o imóvel, e em dois anos a construtora lançar um empreendimento, começar uma construção, ela é exonerada do ITBI. Portanto, são várias ações que podem ser feitas para ajudar o desenvolvimento da construção civil”, finaliza Veludo.

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