GERAL

Ministério Público recomenda suspender licença de duas empresas

Prazo dado foi de 15 dias para que atuação das empresas passem por avaliação ambiental, que visa identificar impacto ambiental

Thassiana Macedo
Publicado em 26/10/2012 às 00:24Atualizado em 19/12/2022 às 16:40
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O coordenador Regional de Defesa do Meio Ambiente das Bacias do Rio Paranaíba e Baixo Rio Grande, Carlos Alberto Valera e a promotora de Defesa do Meio Ambiente, Claudine Lara Aurélio Bettarello, instauraram dois inquéritos recomendando que o secretário Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, Adriano Magalhães Chaves, suspenda as licenças ambientais de duas empresas da região.

O prazo dado foi de 15 dias para que a atuação das empresas GM Rio Claro Energia e Participações Ltda. e Wagner Energética Ltda. passem por Avaliação Ambiental Integrada (AAI), que visa identificar impactos ambientais ocasionados pelo aproveitamento hidrelétrico nas bacias hidrográficas dos rios Claro e Uberabinha. Os promotores pedem que o secretário suspenda o andamento dos processos de licenciamento ambiental e cancele as licenças de empreendimentos hidrelétricos identificados como inviáveis para a preservação ambiental até que a avaliação aconteça.

No caso da GM Rio Claro, há falha nos estudos ambientais quanto aos impactos sobre a fauna da região. Já a transposição feita pela Wagner Energética pode comprometer a alimentação e o desenvolvimento dos ciclos de reprodução dos peixes e a mata ciliar da região.

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