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MP analisa inquérito que apura morte de professora em assalto

Ministério Público ainda analisa o inquérito policial que apura a morte da professora Natalya Dayrell, ocorrida em 1º de outubro

Publicado em 14/11/2013 às 01:07Atualizado em 19/12/2022 às 10:14
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 Ministério Público ainda analisa o inquérito policial que apura a morte da professora Natalya Dayrell de Carvalho, 28 anos, ocorrida na noite de 1º de outubro, durante troca de tiros com criminosos após assalto em um bar no bairro Abadia. O promotor Alcir Arantes tem prazo até a próxima segunda-feira (18) para se manifestar no inquérito policial encaminhado no início do mês pela Polícia Civil. Segundo informações obtidas pela reportagem, o documento já se encontra em sua mesa para despacho.   Após a investigação presidida pelo delegado João Francisco Oliveira, da 1ª Delegacia de Polícia Civil, o policial militar L.S.O., apontado como responsável por desferir os tiros que mataram a vítima, foi indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, enquanto os autores do assalto - Lucas Gonçalves de Sousa, 18, e Rodrigo Mateus Lima Fonseca, 20 - foram indiciados por sete crimes de roubo e tentativa de homicídio contra o policial militar. Os dois últimos encontram-se presos temporariamente na penitenciária de Uberaba. Inclusive, o MP poderá se manifestar sobre a prisão preventiva de ambos.   O crime ocorreu quando a professora e um amigo estavam em um bar no cruzamento das ruas Castro Alves e Conde Prados, onde dois homens, um deles armado, chegaram e passaram a assaltar os clientes. A professora e o amigo correram para a rua Maestro José Maria, um quarteirão abaixo do bar, e se esconderam atrás de um Gol. O policial militar estava na última mesa do bar, e, depois de assaltar nove pessoas, inclusive o militar, um dos assaltantes efetuou dois disparos quando ambos se preparavam para fugir.   O policial sacou a pistola, deu ordem para parar e disparou várias vezes em direção aos assaltantes, sendo que uma das balas acertou e matou a professora, que estava escondida atrás do carro dos próprios assaltantes. Os dois suspeitos de roubo foram presos uma semana depois do crime e a arma usada por eles apreendida. Laudo confirmou que o projétil da arma ponto40 que matou a professora saiu da pistola do policial militar.

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