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MP denuncia três por tentativa de homicídio contra motociclista

Miguel de Oliveira Ramos, Rafael de Oliveira Ramos e Joedson Aguiar Cunha responderão ação penal por tentar matar motociclista

Publicado em 09/11/2013 às 20:11Atualizado em 19/12/2022 às 10:18
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Três homens foram denunciados por tentativa de homicídio pelo Ministério Público. Miguel de Oliveira Ramos, Rafael de Oliveira Ramos e Joedson Aguiar Cunha responderão ação penal por tentar matar o motociclista Alef Eliaquim Dias Milen. A denúncia, de autoria do promotor de Justiça Laércio Conceição Lima, foi distribuída à 1ª Vara Cível, cujo titular é o juiz Ricardo Cavalcante Motta. O crime ocorreu no dia 13 de julho na BR-050. De acordo com a denúncia, os três seguiam em um veículo pela rodovia quando a vítima, “por descuido”, efetuou uma fechada no veículo. Miguel, que dirigia o carro, tendo como passageiros Rafael e Joedson, iniciaram uma perseguição à motocicleta conduzida por Alef, que tinha ainda Antônio Carlos Campos Biribino como passageiro.   Por quatro vezes, o motorista chegou a carro encostar na motocicleta, propositalmente, na tentativa de derrubar a vítima e o passageiro, ou até atropelá-los. Em certo momento, Miguel perdeu o controle do carro por estar bêbado e colidiu com o canteiro central da rodovia. Alef, por estar alta velocidade, também acabou perdendo o controle da motocicleta e caiu junto com o garupa.   Ainda narra a denúncia que os denunciados saíram do veículo e, armados com pedaços de madeira e uma faca, foram em direção aos dois. Antônio conseguiu correr para um matagal, porém Alef permaneceu no local e foi agredido com pauladas na cabeça e um golpe de faca. Em seguida, os denunciados fugiram levando a motocicleta da vítima, que, ferida, conseguiu acionar a polícia e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).   Miguel foi preso em flagrante pelos militares quando tentava rebocar o carro dele, assim como os outros dois denunciados. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro. A moto foi recuperada logo em seguida, próximo a um estabelecimento comercial. O promotor diz que a materialidade do crime está comprovada no exame de corpo e no testemunho da vítima e do garupa. Caso a denúncia seja acatada, os três podem ser submetidos ao Tribunal do Júri pelo crime.

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