Foto/Rossana Magri
A tendência de aumento de casos da Covid-19 em alguns países e em regiões do Brasil já é seguida em Minas Gerais. Belo Horizonte fechou novamente o comércio, deixando apenas os serviços essenciais em funcionamento. Outra cidade que também já sente os efeitos do crescimento da curva é a de Brumadinho (MG).
O Museu de Inhotim voltou a fechar. Depois de dois meses aberto, funcionando com venda limitada de apenas 10% de ingressos, as atividades foram suspensas a partir desta quinta-feira (7) e a previsão é que permaneça assim até dia 17. Em Belo Horizonte, a maior parte dos museus continua funcionando normalmente.
O fechamento segue às ordens da prefeitura de Brumadinho.No decreto, o governo municipal afirma que as ações são uma resposta ao aumento do número de contaminações de Covid-19 na cidade nas últimas semanas, indicado por um levantamento da Secretaria Municipal de Saúde de Brumadinho divulgado no último dia 30.
Além de museus, o decreto publicado pela prefeitura na segunda (4) também proibiu a abertura de escolas, espaços culturais e parques e praças com áreas de recreação. Ainda restringiu ao delivery o funcionamento de bares, restaurantes e lanchonetes, incluindo o comércio de bebidas alcóolicas.
Contudo, em nota, o Inhotim ressalta que o fechamento é temporário e afirma que ingressos já podem ser adquiridos para datas a partir de 22 de janeiro, previsão de reabertura do parque.
Ao menos 84 pessoas, segundo noticiado pela Folha, foram demitidas durante a pandemia, e diretorias foram temporariamente extintas para controle de gastos. Antes disso, o Inhotim já havia sofrido com redução de visitantes, primeiro por um surto de febre amarela na região, depois com o desastre da Vale em Brumadinho.
*Com informações O Tempo