O G9, grupo formado por entidades classistas de Uberaba, se reúne pela primeira vez em 2013 para definir as estratégias para o desenvolvimento nos próximos seis meses
Nesta quinta-feira (7), o G9, grupo formado por entidades classistas de Uberaba, se reúne pela primeira vez em 2013 para definir as estratégias para o desenvolvimento nos próximos seis meses. Na oportunidade, assume a direção do grupo o atual presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil em Uberaba (Sinduscon), Nagib Galdino Facury.
Para falar sobre os próximos desafios do G9, o presidente da Fiemg, Altamir Rôso, o engenheiro Roberto Velludo e o presidente do Instituto de Engenharia, Eurípedes Souto, visitaram o Jornal da Manhã com o presidente eleito do grupo.
Segundo Nagib Facury, uma das propostas que serão apresentadas na reunião para aprovação do grupo será uma estratégia de aproximação dos políticos eleitos. “Já temos uma boa relação com os deputados eleitos de Uberaba, que sempre têm vindo atender aos chamados do G9. Por isso, a partir de agora queremos ter uma aproximação dos vereadores que integram a nova Câmara Municipal. Vamos colocar essa aproximação na pauta a fim de fazermos uma parceria com a Câmara. O Legislativo precisa conhecer a agenda do G9, que é voltada para o desenvolvimento, até porque as entidades que compõem o grupo são dos setores produtivo e de serviços de Uberaba. Vamos fazer um convite aos vereadores para que possamos dividir a agenda de Uberaba em comum”, esclarece.
Nagib Facury ressalta que, nos últimos oito anos, Uberaba se desenvolveu de forma significativa, cujos avanços não podem mudar. O próximo passo será cobrar do prefeito Paulo Piau o apoio oferecido em campanha. “Em sua caminhada no período eleitoral, o prefeito eleito fez compromissos com a agenda do G9 e as entidades vão cobrar ação de Paulo Piau e tenho certeza de que ele não se esqueceu desses compromissos, porque esse desenvolvimento traz progresso, geração de empregos e novas indústrias.”
Em razão da instabilidade vivida pela Petrobras, cujo lucro líquido em 2012, de cerca de R$21 bilhões, foi o menor dos últimos oito anos, o presidente do G9 afirma que a união de entidades, deputados, vereadores e prefeito será fundamental em 2013. “Estamos assistindo a um embate em termos de planta de amônia e gasoduto, que é do maior interesse das nossas entidades, da cidade, da Câmara e dos deputados. Então, vamos juntar as mãos para que possamos efetivamente criar empregos e trazer divisas para Uberaba. O G9 está à disposição para que possamos trabalhar nessa implantação. Há ainda outros pontos que também devem ser observados, como na construção civil, que é a alavanca do Brasil hoje. Precisamos estar voltados ao emprego no setor e à vinda de obras para Uberaba”, completa.