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A suplementação tem como função dar ao organismo vitaminas e minerais que ele precisa, porém nunca deve ser ingerida por conta própria
O dia a dia modificou-se muito ao longo dos anos e, se a medicina evoluiu o suficiente para tratar doenças até então incuráveis, o corpo humano tem mostrado que precisa, cada vez mais, de energia para suportar o estresse diário. Entre os pontos mais afetados está a alimentação.
De acordo com a nutricionista Dalila Marciele Nunes, o tempo é curto e as alimentações, além de erradas, não são feitas com todos os nutrientes necessários ao corpo. É aí que entra a suplementação alimentar. “A suplementação é indicada quando a ingestão de alimentos não consegue alcançar as necessidades nutricionais. São vários os sintomas que indicam a deficiência de nutrientes, tais como imunidade baixa com recorrência frequente de resfriados, câimbras, unhas fracas, cabelos quebradiços e ressecados, manchas na pele, fraqueza, doenças periodontais, problemas ósseos, obesidade, diabetes e até mesmo depressão e câncer”, afirma.
A suplementação tem como função suprir o organismo de todas as vitaminas e minerais que ele precisa, porém deve ser sempre ingerida com a orientação médica, e nunca por conta própria. “As pessoas confundem os suplementos esportivos, utilizados por atletas para ganhar massa muscular ou emagrecer, com os suplementos vitamínicos, que ajudam a pessoa a ter os nutrientes diários para prevenir e tratar doenças”, conta a nutricionista.
Dalila explica que os suplementos não possuem calorias e não engordam. Esses nutrientes, no entanto, podem participar de funções que aumentam o apetite, fazendo com que a pessoa coma mais e ganhe peso. É fundamental, portanto, saber como anda a sua saúde e deixar que um médico a avalie e recomende a suplementação certa para o seu caso. Ela esclarece que é necessário saber da rotina da pessoa: se pratica exercícios, por quanto tempo e em que intensidade.