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O que os astros têm a nos dizer sobre a pandemia do novo coronavírus?

Informações que vêm do céu nos ajudam a compreender o delicado momento que vivemos

Publicado em 22/03/2020 às 16:12Atualizado em 18/12/2022 às 05:08
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E não é que o Mercúrio Retrógrado pode ser uma das influências ao rápido alastramento do novo coronavírus pelo mundo? É o que acredita a astróloga Barbara Abramo e ela explica.

“Mercúrio, Lua e Netuno em aspectos fortes entre si mostram algo que se dissemina entre as pessoas (Mercúrio), que tem mutações (Netuno) e que afeta o organismo (Lua). Mercúrio marca presença no fato de o vírus se espalhar pelo movimento e, no caso do COVID-19, pulmão e respiração também têm ligação com o astro”, disse ao UOL.

Segundo a astróloga, no último mês, o que pode ter influenciado astrologicamente a disseminação do vírus por viagens e inclusive as fake news é o fato de que Mercúrio estava retrógrado em , onde Netuno também está. O signo pode falar sobre ilusões e falta de informações claras. Além disso, a Lua cheia do dia 9, em Virgem, ativou em cheio o mapa astral do Brasil, trazendo a expansão de problemas de saúde e oscilações bruscas no plano econômico.

Astrólogos ao redor do mundo já esperavam por um ano de forte impacto na economia, política e cultura mundial. Isso por causa de uma tripla conjunção entre Júpiter, Saturno e Plutão. "Desde 2018 estamos avaliando que viria algo capaz de mexer com o planeta inteiro. Só não estava claro que haveria a intervenção de uma epidemia para contribuir com um quadro já delicado e complicadíssimo. Quem pensa que isso vai acabar logo e vai ser tudo como antes, está cego para as grandes consequências de médio e longo prazo. A pandemia vai passar, mas os estragos que ela provocar serão relevantes."

Entre o fim de março e a primeira dezena de abril, Netuno e Mercúrio reforçam a tripla conjunção em Capricórnio. "Signo de velhice, comanda assuntos ligados ao poder político e econômico. É uma configuração astral raríssima e que impacta toda a humanidade. Essa tripla conjunção de Júpiter, Saturno e Plutão ocorre raramente, como na época da queda do Império Romano e quando os otomanos tomaram o poder no Mediterrâneo", conta a astróloga.

Na análise de Barbara Abramo, as melhores no cenário devem acontecer no meio do ano.

Os trânsitos astrológicos acima já aconteceram em outros momentos da história, alguns deles com pandemias marcantes na história da humanidade. O primeiro deles é a Peste Bubônica, que teve origem na China no século XIV. Transmitida por uma bactéria de roedores selvagens, a doença matou cerca de 50 milhões de pessoas. Os primeiros casos foram registrados no começo de 1330 e navios italianos que voltavam da China com mercadorias desembarcavam junto com a doença, o que afetou toda Itália em pouco tempo e, em seguida, a Europa.

"Analisando, mais uma vez temos Peixes simbolizando a infecção de populações diversas através da viagem. Com Saturno no signo e a dupla Urano e Plutão em Áries mostrando fronteiras econômicas sendo abertas, temos como agravante a Lua desviando a luz de Mercúrio a Netuno. Marte, Júpiter, Urano e Plutão formaram uma forte conjunção em Áries e mais uma vez Netuno estava em sintonia com esse acúmulo planetário", explica.

E tem mais. Quer outro exemplo? A Gripe Espanhola. O primeiro caso foi relatado em março de 1918, durante a Primeira Guerra Mundial. O aumento de casos aumentou no mês seguinte, quando mais uma vez Mercúrio e Netuno fizeram aspecto de tensão.

"O começo de tudo isso está lá no eclipse de dezembro, que foi solar em Capricórnio, e no eclipse lunar de janeiro, em Câncer. Ambos ativaram a tal tripla conjunção, anunciando algo global que mexeria nas fronteiras e estados (Capricórnio) e na vida dos povos e famílias (Câncer). Vamos ter um novo eclipse em julho e pode ser preocupante também", revela.

Outras análises

Uma das mais famosas astrólogas do mundo, Susan Miller vive nos Estados Unidos, um dos países mais afetados pela pandemia do novo coronavírus.

“Neste ano, Plutão e Júpiter estarão em conjunção em Capricórnio em quatro períodos diferentes. Este é um fenômeno extremamente raro e que ocorre apenas uma vez a cada 13 anos. Os dois planetas juntos são muito fortes e podem causar situações de grande importância. Isso talvez explique o momento de atenção que o mundo passa atualmente. Júpiter também é considerado o astro dos milagres e este seu lado deve ter influência, ajudando a situação a se acalmar em alguns meses”, analisa Miller, afirmando, ainda, que a conjunção de Plutão e Júpiter também costuma trazer prosperidade. “Por isso, momentos bons chegarão após o fim desta crise. Pode ser um ótimo momento financeiramente, aproveite”, revela, otimista.

“No segundo encontro dos planetas esse ano, em 30 de junho, os dois estarão com o movimento retrógrado e, por isso, terão pouca força. Ou seja, nesse período a situação da pandemia deve se acalmar. Ainda assim, não podemos nos descuidar, pois não é uma certeza de que a Covid-19 será completamente erradicada. Devemos manter os cuidados necessários e continuar seguindo as instruções dos especialistas”, alerta a astróloga.

Susan Miller também cita a Gripe Espanhola. “Muitos cientistas comparam a atual situação mundial do coronavírus com a epidemia da Gripe Espanhola em 1918, mas, apesar da semelhança no céu das duas ocasiões, não se deve desesperar, porque naquela época os médicos e cientistas não tinham tanta informação como temos hoje e as lideranças mundiais não determinaram que não deveria haver contato entre as pessoas, o que fez com que o vírus se alastrasse muito rapidamente”, explica, reforçando que todos nós devemos fazer as nossas partes e seguir as recomendações das autoridades, levando um dia após o outro.

Não menos preocupada com as informações que vêm do céu, a astróloga Leiloca Neves explica que está em alerta desde 2012, quando Netuno entrou em Peixes. “Netuno é lúdico, subjetivo, inspira poetas, cineastas, pintores, espiritualistas e arte em geral, mas, assim como tudo na vida, também tem seu lado sombra e pode instigar corrupção, consumo de drogas, epidemias e catástrofes. Este planeta está em Peixes desde 2012, quando trouxe de volta o Ebola, lembram?, e ficará conosco até 2026”, explicou ao jornal O Globo.

Leiloca faz uma análise comportamental sobre a época que vivemos. “Saturno vai entrar em Aquário e fará quadratura com Urano, o que incita desenvolvimento tecnológico e científico. O problema agora são os boletos que chegam através do Covid-19: é hora de repensar espiritualmente a nossa vida. E Plutão em Capricórnio conscientiza os mais antenados a se desapegarem, a dividir, a doar, a exorcizar os medos. Ninguém tem que ir para a rua, não se pode ignorar a pandemia. Esse vírus mostra que precisamos dar um upgrade na nossa cabeça e parar de nos iludirmos com o mundo material.” Os signos e a quarentena

A astróloga Leiloca Neves ainda analisa como cada signo vai se comportar durante os difíceis dias de quarentena. “Os que convivem bem com a solidão são os de elemento terra: Capricórnio, Touro e Virgem, que já nasceram hipocondríacos. São práticos e, até certo ponto, obedientes. Já os signos de fogo (Áries, Leão e Sagitário) vão detestar, porque são sociais e extremamente ativos. A turma de ar (Aquário, Gêmeos e Libra) vai trocar as saídas noturnas pela internet, pois já não vivem sem ela. E, por fim, o núcleo de água vai aceitar o isolamento. Vai bater daquela preguiça boa de ficar em casa vendo um romance na tv (Câncer), filme de suspense ou pornô (Escorpião) ou documentário espiritualista ou ainda dormir ou namorar (Peixes). Todos devem focar na água, vitaminas, cúrcuma, verduras e frutas.”

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