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Padeiro que matou o cunhado pega seis anos no semiaberto

Tribunal do Júri condenou ontem o padeiro Celso Renato Pereira a seis anos de prisão em regime semiaberto pelo assassinato do cunhado

Publicado em 22/11/2013 às 00:26Atualizado em 17/12/2022 às 09:38
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Tribunal do Júri condenou ontem o padeiro Celso Renato Pereira a seis anos de prisão em regime semiaberto pelo assassinato do cunhado, o encarregado de montagem Cleiton Roberto Pereira. A vítima foi morta com duas facadas após uma briga de família no Jardim Triângulo. O julgamento foi presidido pelo juiz da 2ª Vara Criminal, Fabiano Garcia Veronês. O promotor Raphael Soares Moreira Cesar Borba atuou na acusação, enquanto a defesa foi feita pelo advogado Odilon dos Santos. O Conselho de Sentença, formado por quatro homens e três mulheres, reconheceu, por maioria, que o réu praticou homicídio simples. O juiz deferiu o direito de Celso Renato recorrer em liberdade, visto que permaneceu solto durante toda a instrução processual.   O crime ocorreu no dia 10 de setembro de 2011, após a vítima entrar no meio da briga entre o padeiro e sua mãe – que era sogra de Cleiton. Inconformado com a intervenção do cunhado, o acusado se armou com uma faca e acertou dois golpes no encarregado, que estava dentro de um carro. Ferida, a vítima ainda dirigiu até a avenida Capitão Teófilo Lamounier, no bairro Amoroso Costa. O réu foi preso logo depois por policiais militares.   Caso Virlanea. A pauta de julgamento será retomada na próxima terça-feira (26), quando senta no banco dos réus o mestre de obras Lindoval de Jesus Pereira, acusado da morte da estudante de medicina Virlanea Augusta de Lima. O réu responde por homicídio consumado e ocultação de cadáver. A vítima desapareceu no dia 12 de outubro de 2008, quando ia para o plantão do Hospital de Clínicas da UFTM.   Dois dias depois, o corpo dela foi encontrado boiando no rio Grande, com duas marretas e uma roldana amarradas ao pescoço. A morte teria sido causada por traumatismo craniano, segundo laudo pericial. O mestre de obras não aceitava o fim do relacionamento com Virlanea. Porém, ele nunca admitiu a autoria do assassinato. Lindoval será defendido pela advogada dativa Vera Lúcia Coimbra Roso. A acusação será feita pelo promotor Eduardo Pimentel de Figueiredo.

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