GERAL

Para reduzir conta, consumidor deve aproveitar horário de verão

Conforme o Operador Nacional do Sistema Elétrico, o horário de verão 2012/2013 gerou redução de 2.477MW no consumo de energia pela menor utilização de iluminação artificial

Thassiana Macedo
Publicado em 20/10/2013 às 16:21Atualizado em 19/12/2022 às 10:34
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O horário de verão já está valendo desde a zero hora de hoje e está previsto para terminar em 16 de fevereiro de 2014. Neste período, moradores de estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste têm de adiantar os seus relógios em uma hora.

De acordo com o gerente comercial da Cemig, Hudson Elvis Ferreira, o horário de verão realmente tem impacto direto no consumo. “Principalmente pelo fato da menor utilização da iluminação pública e em função do consumidor aproveitar mais a luz do fim da tarde para as atividades domésticas. Por isso, realmente há uma redução no consumo, desde que o consumidor tenha cuidado. A redução não é automática, é preciso que a população mude de hábitos, como chegar em casa e aproveitar a luz solar. Pessoal que tem que ir para a escola, 7h ainda está claro e, como estará fazendo mais calor, pode mudar o chuveiro para o verão. Essas medidas na residência têm impacto direto na redução do consumo.”

No entanto, Ferreira destaca que o fato mais importante do horário de verão é que seu objetivo não é propriamente a redução do consumo, mas a redução da demanda da carga no horário de pico. “Com o horário normal, às 18h, quando é acionada a iluminação pública, as pessoas estão chegando em casa e ligando as lâmpadas, equipamentos e os chuveiros ao mesmo tempo, há uma demanda muito grande. Então o horário de verão reduz em 4,5%, em média a carga do sistema elétrico ONS. Ou seja, temos a redução e automaticamente não precisamos acionar as térmicas para termos mais energia nesse horário de pico e diminui o risco de sobrecarga no sistema elétrico”, explica o gerente comercial.

Conforme o Operador Nacional do Sistema Elétrico, o horário de verão 2012/2013 gerou redução de 2.477MW no consumo de energia pela menor utilização de iluminação artificial nas residências, que representa de 4% do valor da conta de luz. Isso representa 4,5% da demanda máxima dos três subsistemas e é equivalente a cerca de R$200 milhões, que é a demanda de cidades do porte de Uberaba e Uberlândia juntas.

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