APÓS PROTOCOLO

Polícia libera corpo de 'Sicário', que será enterrado neste domingo em BH

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão será velado às 11h30; o enterro está previsto para 14h30

O Tempo
Publicado em 08/03/2026 às 08:51
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Na foto, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, que ficou conhecido como 'Sicário'; ele faleceu após tentar suicídio na carceragem da Polícia Federal, depois de ser preso (Foto/Redes sociais / Reprodução)

Na foto, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, que ficou conhecido como 'Sicário'; ele faleceu após tentar suicídio na carceragem da Polícia Federal, depois de ser preso (Foto/Redes sociais / Reprodução)

O velório de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, de 43 anos, conhecido como "Sicário" e apontado como executor de ações como monitoramento de alvos e intimidação física a mando de Daniel Vorcaro, que é investigado por um esquema bilionário de fraudes, será realizado neste domingo (8/3) a partir das 11h30 no Grupo Zelo, no bairro Gutierrez, em frente à Avenida do Contorno. O sepultamento está previsto para as 14h30 no Cemitério do Bonfim, na região Noroeste da capital.

Ele teve sua morte confirmada na sexta-feira (6/3) depois de tentar suicídio na sede da Polícia Federal, onde estava preso. Seu corpo foi entregue à família no final da tarde deste sábado (7/3) após passar por exames no Instituto Médico-Legal (IML) de Belo Horizonte. 

De acordo com a Polícia Civil, o corpo deu entrada no IML por volta das 9h e foi liberado às 15h. A confirmação da morte havia ocorrido na noite anterior, após a conclusão do protocolo de morte encefálica iniciado ainda na manhã de sexta. Luiz Phillipi estava sob custódia da PF desde quarta-feira (4/3), quando foi detido na Operação Compliance Zero.

As investigações da Polícia Federal apontam que Sicário exercia funções estratégicas dentro da organização criminosa chefiada por Vorcaro, suspeito de desviar bilhões por meio de fraudes envolvendo o Banco Master. Ele seria responsável por monitorar alvos, acessar ilegalmente dados de sistemas públicos e promover intimidações físicas e morais contra vítimas.

Ele acumulava passagens por estelionato, receptação, furto qualificado e associação criminosa. Também respondeu a Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) por ameaças, direção perigosa sem habilitação, uso de documento falso e receptação.

Fonte/O Tempo

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