GERAL

Preços dos remédios regulados sobem até 5,68 por cento

Para os remédios com baixa concorrência, que somam mais de 40% do mercado, o reajuste máximo autorizado é de 1,02%

Publicado em 28/03/2014 às 17:25Atualizado em 19/12/2022 às 08:27
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A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (Cmed) fixou na quarta-feira, 26, as taxas máximas de reajuste nos preços de medicamentos regulados pelo governo. Os reajustes entrarão em vigor a partir de 31 de março.

Para os remédios com baixa concorrência, que somam mais de 40% do mercado, o reajuste máximo autorizado é de 1,02%. Para os medicamentos de alta concorrência, poderão ser reajustados até 5,68%, mesmo percentual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos últimos 12 meses. Segundo o Ministério da Saúde, em geral, os reajustes não costumam ser repassados integralmente aos consumidores.

Os produtos com maior reajuste representam cerca de 20% dos genéricos no faturamento das empresas. A Cmed fixa o valor do ajuste anualmente, com base em critérios técnicos definidos na Lei 10.742 de 2003. São considerados no cálculo a inflação do período (de março de 2013 até fevereiro de 2014), produtividade da indústria, variação de custos dos insumos e concorrência dentro do setor.

 

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