GERAL

Produtor acusado de homicídio e ocultação de cadáver vai a júri

Daniela Brito
Publicado em 11/04/2014 às 21:10Atualizado em 19/12/2022 às 08:15
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Produtor rural Luiz Carlos dos Santos Souza será submetido a júri popular por homicídio qualificado e ocultação de cadáver do também produtor rural Luiz Roberto Gomes da Costa, conhecido como “Beto”. O julgamento acontece no dia 30 de abril do Fórum Melo Viana. Tribunal do Júri pertence à 2ª Vara Criminal.   O crime ocorreu no dia 18 de fevereiro de 2013 em loteamento chamado Francisca Veras, na fazenda Piracanjuba, em Campo Florido. De acordo com os autos, o acusado fazia uso de bebida alcoólica na casa da vítima e, depois de uma discussão, desferiu um golpe de barra de ferro na cabeça de Beto, matando-o na hora. A vítima foi enterrada em uma cova de aproximadamente dois metros de profundidade no loteamento onde morava. O crime foi descoberto após o acusado contar sobre o ocorrido a uma testemunha, que o entregou à Polícia Militar.   Em depoimento, Luiz Carlos negou que tenha matado o produtor rural e disse apenas que ao chegar à casa o encontrou caído e morto. Como ficou com medo de que algo acontecesse, resolveu enterrar o corpo. O réu será defendido pelo advogado Cleber dos Santos Rosa, enquanto o promotor Raphael Soares Moreira César Borba irá atuar na acusação. O juiz Fabiano Garcia Veronez irá presidir o júri popular.   Pauta de maio. Em maio, o Tribunal do Júri já agendou dois julgamentos no Fórum Melo Viana. O primeiro a se submeter ao júri popular é Heber Daniel da Costa. Ele é acusado de assassinar a tiros o estudante Rodrigo Reis Souza Marques, de 19 anos, na porta de um bar na avenida Nenê Sabino, no bairro Universitário. O crime ocorreu no dia 18 de novembro de 2007. O julgamento está marcado para 6 de maio.   Dia 8 de maio, o auxiliar de serviços-gerais Leonídio Chaves Bernardes se senta no banco dos réus pelo homicídio duplamente qualificado praticado contra a ex-mulher, a doméstica Renata Basílio da Silva. O assassinato aconteceu no dia 19 de setembro de 2011, no conjunto Cartafina. Leonídio invadiu a residência do sogro e efetuou quatro disparos contra a vítima, que estava no banheiro dando banho em um dos filhos do casal. A criança, um menino de cinco anos, presenciou o crime, assim como a outra filha do casal, na época com 14 anos.

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