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Produtos primários negociados no exterior têm alta de 0,68%

O Índice de Commodities Brasil, calculado mensalmente pelo Banco Central, apresentou alta...

Publicado em 06/12/2012 às 11:10Atualizado em 19/12/2022 às 15:55
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O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), apresentou alta de 0,68%, em novembro, em relação ao mês anterior. No acumulado do ano até novembro, houve aumento de 8,91%, e em 12 meses, de 8,32%. Os dados foram divulgados ontem pelo BC.

O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários (commodities) brasileiros negociados no exterior. O BC observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços ao consumidor no Brasil.

No mês, o segmento agropecuário (carne de boi e de porco, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café e arroz) registrou alta de 0,21%.

O segmento de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel) teve alta de 0,87% e o de energia (petróleo, gás natural e carvão), de 2,8%.

Em novembro, a alta do IC-Br foi maior do que a do índice internacional de preços de commodities (CRB), calculado pelo Commodity Research Bureau (0,03%). Nos 11 meses do ano, esse índice teve alta de 11,92%, e em 12 meses, de 11,32%.

PIB. Os analistas e investidores do mercado financeiro reduzem mais uma vez a expectativa de crescimento da economia. A nova projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – em 2012 passou de 1,5%, na semana passada, para 1,27%. Também houve redução na projeção para 2013, que passou de 3,94% para 3,7%.

Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o PIB ficou em 0,6% no terceiro trimestre deste ano em comparação com o trimestre imediatamente anterior.

Outro índice que sofreu redução na estimativa do mercado é o que mede a produção industrial, registrando projeção de queda de 2,38%. Para 2013, analistas e investidores também projetam queda, de 4,2% para 3,82%.

Por outro lado, ficou inalterada a expectativa de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). De acordo com o boletim Focus do Banco Central, a estimativa está em 5,43% este ano, a mesma previsão divulgada na semana passada.

Se por um lado a estimativa de inflação ficou inalterada, o mesmo não ocorreu com a taxa de câmbio, que poderá fechar o ano em

R$ 2,07 ante os R$ 2,03 projetados anteriormente. A projeção para a taxa básica de juros foi mantida no mesmo patamar estabelecido pelo Comitê de Política Monetária (Copom), em 7,25% ao ano.

Nas contas externas, o déficit em conta-corrente deve fechar o ano em US$ 54 bilhões, com investimentos estrangeiros diretos de US$ 60 bilhões e saldo da balança comercial em US$ 20 bilhões.

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