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Programa de destruição de armas obtidas pelo Judiciário é prorrogado

Segundo dados do Exército, entre novembro de 2017 e junho deste ano foram eliminados 183,9 mil artefatos, entre armas e munições

Agência Brasil
Publicado em 12/09/2018 às 16:22Atualizado em 17/12/2022 às 13:22
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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Exército Brasileiro prorrogaram por um ano o acordo para a destruição de armas obtidas pelo Poder Judiciário em ações e outros procedimentos. Firmada em novembro do ano passado, a parceria ficará vigente até pelo menos novembro de 2019. A informação foi divulgada hoje (12) pelo CNJ.

Segundo dados do Exército, entre novembro de 2017 e junho deste ano foram eliminados 183,9 mil artefatos, entre armas e munições. O levantamento foi organizado por regiões militares. A área com mais objetos destruídos no período foi Minas Gerais (63.199), seguida do DF, Tocantins, Goiás e parte de Minas Gerais (35.841), Paraná e Santa Catarina (23.582) e Rio Grande do Sul (13.017).

O repasse ao Exército para destruição das armas apreendidas é definida por meio de uma regra interna do CNJ. A parceria facilita os processos e define como a entrega será feita. Armas em boas condições podem ser doadas às forças de segurança.

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