GERAL

Promotor pede absolvição de réus em caso da Vila Arquelau e júri confirma

Irmãos acusados da tentativa de assassinato fazem parte da “gangue do Boa Vista” e ainda respondem por outros crimes

Daniela Brito
Publicado em 03/04/2014 às 10:22Atualizado em 19/12/2022 às 08:21
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Os irmãos Leandro Luiz Fatureto e Jonatã Marcelino Fatureto, o “Tatá”, foram absolvidos ontem, em julgamento popular realizado no Fórum Melo Viana, pela tentativa de homicídio praticada contra Moisés Henrique Silva. O Tribunal do Júri pertenceu à 1ª Vara Criminal, sendo presidido pelo juiz Ricardo Cavalcante Motta.

A acusação foi realizada pelo promotor Alcyr Arantes, o qual pediu a absolvição dos acusados por falta de provas e elementos técnicos que confirmassem a participação de ambos no crime. A defesa feita pelos advogados Leuces Teixeira de Araújo e Luís Fernando de Freitas utilizou a tese de negativa de autoria, confirmando que não foram os dois que efetuaram os disparos contra a vítima na noite do dia 21 de abril de 2007. Além disso, a vítima, que compareceu à sessão de julgamento, disse que não era capaz de reconhecer os dois irmãos como autores da tentativa de homicídio.

Formado por quatro mulheres e três homens, o Conselho de Sentença acatou os argumentos, absolvendo os dois réus da acusação de tentativa de homicídio. Os irmãos fazem parte da “gangue do Boa Vista” e ainda respondem por outros crimes. Após o julgamento, Leandro retornou à penitenciária de Uberaba, onde está preso por outro crime, enquanto “Tatá” seguiu para casa, visto que responde aos processos criminais em liberdade.

Caso. O crime ocorreu no dia 21 de abril de 2007 no cruzamento das ruas Arquelau Alves Ribeiro e Março, no bairro Vila Arquelau. Segundo os autos, Moisés havia acabado de sair de casa e estava indo à residência da namorada quando dois indivíduos, em uma motocicleta, passaram pela via pública. O garupa da moto disparou cinco vezes. As balas ficaram crivadas no muro da residência e os autores fugiram. Ainda segundo a testemunha, a placa da moto estava dobrada. No julgamento, nenhuma testemunha reconheceu os dois acusados como autores do crime.

 

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