Servidores do Ministério Público optaram por realizar apenas uma manifestação pacífica em frente da sede do órgão, localizada no pátio da igreja São Domingos, em apoio à greve
Jairo Chagas
Decisão de não cruzar os braços está alinhada à abertura de negociação por parte da Procuradoria Geral Servidores do Ministério Público optaram por realizar apenas uma manifestação pacífica em frente da sede do órgão, localizada no pátio da igreja São Domingos, em apoio à greve da categoria, deflagrada por tempo indeterminado ontem em todo Estado de Minas Gerais. Na comarca de Uberaba são aproximadamente 46 servidores, entre analistas e oficiais. A decisão de não cruzar os braços está alinhada à abertura de negociação por parte da Procuradoria Geral de Justiça, embora a greve seja considerada legítima desde que respeitado o mínimo necessário para as medidas urgentes. “A decisão mais amena foi acordada dessa forma, vez que julgamos a negociação uma evolução e nosso serviço essencial para a eficiência da instituição e garantia dos direitos da população”, afirmou um servidor, que preferiu não se identificar. Isso porque parte da categoria também optou por não aderir ao movimento por medo de sofrer represálias pelos chefes imediatos, no caso os promotores de Justiça. Por outro lado, os servidores podem rever a decisão na quarta-feira (7), quando será realizada uma assembleia pelo Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Minas Gerais (Sindsemp-MP), com sede em Belo Horizonte.