GERAL

Setor de cosméticos e perfumaria cresce 10% ao ano

O Brasil é o sétimo maior fabricante de cosméticos e o terceiro maior mercado consumidor

Thassiana Macedo
Publicado em 23/09/2013 às 15:48Atualizado em 19/12/2022 às 10:56
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Jairo Chagas

Marcos Roberto Constâncio lembra que a linha de produtos para homens é a que mais vem tendo crescimento nas vendas

Conforme levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o Brasil é o sétimo maior fabricante de cosméticos, atrás apenas dos Estados Unidos, do Japão, da Alemanha, França, Inglaterra e Itália. Em compensação, o país é o terceiro maior mercado consumidor de itens de cosméticos, higiene pessoal e perfumaria do mundo. E o setor, que cresce 10% ao ano, demonstra desenvolvimento bem mais robusto que o restante da indústria brasileira.

A empresária Ariane Santos Borges concorda com essa avaliação e diz que sua loja apresentou ao longo deste ano crescimento em torno de 10% a 15% nas vendas, já que trabalha especialmente com linha de produtos para uso profissional. Segundo ela, as mulheres nunca deixam de se cuidar e, mesmo quando o país sofre crise econômica, há sempre um recurso destinado para investir na beleza. “O que tenho visto aqui na loja é que quanto mais um produto é bom para o cabelo delas e quanto mais resultado ele dá, mais elas compram. Está todo mundo se cuidando, desde a mais jovem até as senhoras.

Além disso, há produtos para cada tipo de necessidade. Para hidratações com manutenção em casa, há xampus e condicionadores e temos também a linha que atende os cabeleireiros, como progressivas sem formol, alisamento, descoloração entre outros”, afirma.

Embora o preço seja um fator importante a ser considerado em qualquer compra, Ariane Santos ressalta que, quando o assunto é beleza, o que mais importa é qualidade. “A clientela profissional procura os dois, preço e qualidade. Geralmente, as pessoas procuram produtos mais em conta, que sejam bons, mas se o produto não for bom, elas preferem pagar um pouco mais caro e ter algo melhor para atender seus clientes. Afinal, não adianta nada comprar algo barato, mas que não funciona”, destaca. E, dependendo da linha de produtos, as clientes caseiras podem gastar de R$ 50 a R$ 150, enquanto os profissionais podem investir de R$ 400 a R$ 600 em produtos.

 

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