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Sindicatos rejeitam propostas do TJMG e mantêm mobilização

Entre as propostas apresentadas pela Comissão de Interlocução está o reajuste de 6,28% já para 2016

Thassiana Macedo
Publicado em 17/11/2015 às 08:38Atualizado em 16/12/2022 às 21:16
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Assembleias dos Sindicatos dos Servidores da Justiça de Primeira Instância do Estado de Minas Gerais (Serjusmig), dos Servidores da Justiça de 2ª Instância do Estado de Minas Gerais (Sinjus), dos Oficiais de Justiça Avaliadores do Estado de Minas Gerais (Sindojus) rejeitaram proposta apresentada pela Administração do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Categorias de primeira e segunda instâncias mantêm greve e recebem reforço dos oficiais de Justiça.

Entre as propostas apresentadas pela Comissão de Interlocução está o reajuste salarial de 6,28% para 2016, sendo 2% a partir de janeiro de 2016, e 4,20%, a partir de maio de 2016, um valor incide sobre o outro, o que perfaz 6,28%. Foi mantida a proposta de concessão do abono salarial em parcela única de R$5 mil, para quem está posicionado até o PJ 58, e R$4 mil a partir do PJ 59, com encaminhamento imediato do projeto de lei à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e previsão de pagamento em janeiro de 2016. Além disso, a comissão apresentou, ainda, a proposta de aumento do auxílio-alimentação de R$751,96 para R$799 e do auxílio-creche de R$608 para R$638.

Segundo o delegado regional Serjusmig em Uberaba, Fernando Germano Campos, a categoria rejeitou a todas elas. “Esse abono que estão concedendo é tributável, além disso, ele não corrige a inflação do período. Então, a perda do curto e médio prazo é maior do que estes valores que eles estão acertando. E há recurso orçamentário para conceder a reposição inflacionária aos servidores. Na condição em que estão querendo acertar, eles dão o abono mais 6,28% de reajuste em 2016. Dessa maneira, morre o assunto da data-base de 2015 e de 2016, mas nós não queremos abrir mão da data-base, que garante a reposição salarial de acordo com o artigo 37 da Constituição Federal, a qual temos direito”, ressalta. Fernando Campos lembra ainda que, além da reposição, a categoria reivindica o auxílio-saúde, que nem foi citado pela proposta do TJMG, visto que os auxílios mencionados também abrangem os magistrados.

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