GERAL

Tribunal de Justiça reforma sentença de assaltante de ônibus

Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) reformou sentença de primeiro grau e aumentou a pena de Euclides Chaves, vulgo Cride

Publicado em 20/07/2013 às 00:47Atualizado em 19/12/2022 às 11:56
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 Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) reformou sentença de primeiro grau e aumentou a pena de Euclides Chaves, vulgo “Cride ou “Negrete”. O réu pertence a quadrilha de assaltos a ônibus interestaduais na região e atualmente cumpre pena em Frutal. A decisão é decorrente de recurso impetrado pelo promotor Laércio Conceição Lima, da 5ª Promotoria Criminal e de Defesa dos Direitos Humanos. Em primeira instância, Euclides Chaves foi condenado a oito anos e seis meses de prisão em regime fechado. No entanto, os desembargadores da 1ª Câmara Criminal deram provimento ao recurso ministerial e reconheceram que o réu também praticou o crime de formação de quadrilha e resistência armada, acompanhando parecer emitido pelo procurador de Justiça Vagner Vartuli. Com a decisão colegiada proferida pelo TJ, ele terá de cumprir treze anos e três meses de prisão.   Também já foram condenados pelo mesmo crime Rafael Chaves Silva e Eder Vanis Rodrigues da Silva. Ambos também tiveram a pena majorada pelo Tribunal. Em primeira instância, eles foram condenados a seis anos e um mês em regime fechado. E após recurso ministerial, a pena passou para nove anos e um mês de prisão, também em regime fechado.   Consta na denúncia da Promotoria Criminal que dois motoristas de ônibus que seguiam em comboio, na madrugada de janeiro de 2009, foram obrigados a seguir os veículos dos assaltantes por cerca de 20 quilômetros pela rodovia conhecida como “Transbrasiliana”, entrando por uma estrada vicinal, onde ficaram estacionados. Naquela oportunidade estava em andamento uma operação preventiva realizada por agentes da Polícia Civil e da Polícia Federal, visando a coibir assaltos na região. Eles perceberam a movimentação suspeita quando se aproximaram. Houve troca de tiros, bem como a fuga de envolvidos, entre eles “Gustavo Paulista”, até hoje não localizado nem identificado.

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