
Músico afirma ter sido vítima de assédio sexual, demissão sem justa causa e retaliação (Foto/Reprodução)
O ator e cantor Will Smith é alvo de um processo movido por um violinista que integrou sua turnê. O músico afirma ter sido vítima de assédio sexual, demissão sem justa causa e retaliação. As informações foram divulgadas pela revista Variety e pela emissora NBC News.
A ação judicial veio a público nesta quinta-feira, 1º, e também repercutiu em outros veículos dos Estados Unidos. Procurados, representantes de Will Smith não haviam se manifestado até a divulgação do caso.
De acordo com a Variety, que afirma ter acesso à petição protocolada na quarta-feira, 31, o violinista Brian King Joseph acusa Smith e a empresa Treyball Studios Management de conduta criminosa. No processo, o músico sustenta que o artista teve “comportamento predatório” e tentou aliciá-lo para “exploração sexual” durante a turnê Based on a True Story: 2025.
Brian King Joseph relata que foi contratado em novembro de 2024 para uma apresentação em San Diego e, posteriormente, para integrar a turnê. Segundo a publicação, o músico afirma que, com o estreitamento da relação profissional, Smith teria feito declarações pessoais, como: “você e eu temos uma conexão tão especial, que eu não tenho com mais ninguém”.
Ainda conforme a denúncia, durante uma viagem, a chave do quarto de hotel do violinista desapareceu. Ele afirma ter encontrado sinais de que alguém entrou no local, deixando lenços umedecidos, um frasco de medicamento para HIV em nome de outra pessoa e um bilhete com a mensagem: “Brian, volto no máximo às 5:30, só nós dois”, acompanhado de um desenho de coração e a assinatura “Stone F”.
O músico diz acreditar que o bilhete indicava a intenção de retorno ao quarto para a prática de atos sexuais. Ele afirma ter comunicado o ocorrido à administração do hotel e à equipe de Will Smith. Dias depois, segundo a ação, foi informado de sua demissão sob a alegação de que teria inventado a história da invasão do quarto.