O WhatsApp admitiu, o envio ilegal de mensagens em massa nas Eleições de 2018, com sistemas automatizados contratados de empresas. As informações são de uma reportagem da Folha de S.Paulo.
A confirmação foi feita por Ben Supple, gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, em uma palestra no Festival Gabo.
O executivo do WhatsApp criticou os grupos públicos acessados por meio de links que disseminam conteúdo político e aconselhou os usuários a denunciá-los.
O executivo reconheceu a influência do app em processos eleitorais. "Sabemos que eleições podem ser vencidas ou perdidas no WhatsApp", afirmou Supple, que destacou as medidas que a empresa tem adotado para bloquear contas que infringem as normas ao fazer envios automatizados em massa. Segundo ele, desde que o número de encaminhamentos de uma mensagem foi limitado a, no máximo, cinco pessoas ou grupos, a taxa total de reencaminhamentos caiu 25%.