Questionado sobre o fechamento das contas, AA não falou em números, dizendo que ainda não tinha as informações.
O prefeito Anderson Adauto garantiu que pretende deixar o caixa da Prefeitura neste primeiro mandato em situação melhor do que a que encontrou no início de seu governo. Ele alegou, na época, que Marcos Montes havia deixado uma dívida de R$ 28 milhões. Questionado sobre o fechamento das contas, AA não falou em números, dizendo que ainda não tinha as informações, pois o trabalho estava sendo realizado pelo secretário da Fazenda, Lúcio Scalon.
No entanto, ele se respaldou ao lembrar que, independente do que ficar no caixa, a responsabilidade recairá sobre ele mesmo. “Eu não sei o que vai ficar, mas uma coisa é deixar para você mesmo resolver e outra é para os outros resolverem. O governo passado fechou e deixou as contas para mim. Qualquer coisa que ficar agora eu deixei para mim mesmo e isto é uma diferença grande. Mas quero encerrar agora melhor do que a gente recebeu”, afirmou.
IPTU. O prefeito também rebateu as afirmações de que estaria reajustando o Imposto Predial e Territorial Urbano. Segundo ele, a administração está discutindo a planta que foi corrigida em 2006. “Foi aplicado 1/3 e ficou acertado que seria mais um 1/3 no segundo e 1/3 no terceiro ano. No entanto, em 2008 não aplicamos. Agora, este 1/3 tem que ser aplicado para que a gente possa atualizar a planta de valores. Não estamos falando em aumento de IPTU”, garantiu. O Projeto de Lei que propõe uma aplicação de 33% no valor da planta para cobrança do IPTU, que corresponderia a este 1/3, que, segundo o prefeito, está na planta corrigida em 2006, continua na Câmara Municipal para discussão e votação.
Questionado sobre a aplicação do desconto ou não para quem paga o imposto em dia, AA afirmou que a Prefeitura está trabalhando neste sentido. Segundo ele, os técnicos da Fazenda e do Jurídico estão estudando uma forma de beneficiar os bons pagadores, dentro da legalidade necessária. “O G-9 me trouxe um princípio que eu achei interessante que é trabalhar para encontrar formas de beneficiar o bom pagador. Eu acho este princípio excelente e estamos estudando as formas de beneficiar estas pessoas, mas temos que acobertar esta situação de toda legalidade. Estamos trabalhando nisso ainda”, explicou ele.