POLÍTICA

Adequação do aeroporto continua em estudo preliminar

Dos 33 aeroportos mineiros contemplados no programa de aviação regional, 13 estão na fase de elaboração do projeto de engenharia para licitação de obras

Gisele Barcelos
Publicado em 16/05/2016 às 07:47Atualizado em 16/12/2022 às 18:53
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A Anac apontou problema na pista, em desacordo para o tipo de aeronave que opera na cidade

Dos 33 aeroportos mineiros contemplados no programa de aviação regional, 13 estão na fase de elaboração do projeto de engenharia para licitação de obras de adequação. O avanço não inclui o terminal de Uberaba, que continua na etapa de estudo preliminar desde o ano passado.

O balanço foi divulgado em abril pela Secretaria de Aviação Civil. Segundo informações da pasta, no caso do aeroporto de Uberaba, ainda é necessário concluir o estudo preliminar, o anteprojeto de engenharia e depois o licenciamento ambiental para a abertura da licitação das obras de reforma e ampliação.

A Anac apontou irregularidades na pista de pouso e decolagem do aeroporto local. O problema são as margens de segurança da pista, que estão em desacordo ao tamanho estabelecido para o tipo de aeronave que opera na cidade.

Um projeto foi desenvolvido pela Infraero para regularizar a situação em 2014 e a Prefeitura também já realizou no ano passado a vistoria em 97 imóveis que serão desapropriados para liberar a área necessária à ampliação do terminal, mas aguarda o investimento do governo federal.

Para o aeroporto local, estão previstos investimentos para ampliação de pista de pousos e decolagens, novo terminal de passageiros e novo pátio de aeronaves. No entanto, ainda não foi divulgado o montante que será aplicado no projeto de Uberaba.

Criado em dezembro de 2012, o programa prevê investimento em torno de R$ 7,3 bilhões na construção ou reforma de 270 aeroportos em todo o território nacional, dos quais 33 estão em Minas Gerais. Apenas no Estado, o montante aplicado será de aproximadamente R$ 815 milhões.

O investimento é oriundo do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC), composto por taxas e outorgas da aviação, e que só pode ser investido de volta no próprio setor. A contratação das empresas responsáveis pelos estudos e obras é feita diretamente pelo governo federal, sem repasse de verbas a estados e municípios.

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