Justiça Eleitoral aprovou ontem os registros das candidaturas de Geraldo Alckmin e de José Maria Eymael
Justiça Eleitoral aprovou ontem os registros das candidaturas de Geraldo Alckmin (PSDB) e de José Maria Eymael (Democracia Cristã) à Presidência da República. Com isso, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) já liberou 11 registros de chapas a presidente e vice-presidente da República.
A candidatura de Alckmin foi contestada pela coligação de Henrique Meirelles, que alegou que nem todos os partidos que compõem a coligação do tucano explicitaram nas convenções a aliança com as demais siglas da chapa. O objetivo era derrubar a candidatura ou retirar da coligação seis partidos que apoiam Alckmin, o que reduziria o tempo de propaganda no rádio e na TV. Entretanto, os sete ministros do TSE rejeitaram os pedidos.
Sem impugnações (contestações), o registro de José Maria Eymael (Democracia Cristã) também foi aprovado, de forma unânime e num julgamento rápido.
O TSE também analisou o registro da chapa encabeçada pelo PT. Na primeira parte da sessão, os ministros aprovaram a regularidade da coligação do partido com o PCdoB e o Pros e a candidatura de Fernando Haddad a vice-presidente.
No fechamento desta edição ainda acontecia o julgamento do pedido de registro da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva. O ministro Luís Roberto Barroso, relator do pedido de registro do petista, considerou o ex-presidente inelegível e concedeu prazo de 10 dias para que o PT substitua a candidatura. O ministro Edson Fachin contrariou o posicionamento de Barroso e votou pela presença de Lula na disputa. Neste momento ainda faltavam cinco ministros para votar.
Após julgamento da candidatura de Lula, fica faltando apenas o julgamento do pedido de registro de Jair Messias Bolsonaro (PSL). Existe um pedido de impugnação contra o presidenciável, que é réu em duas ações penais sob acusação de incitação ao estupro e alvo de outra denúncia por racismo.