As famílias com renda entre um e 2,5 salários mínimos enfrentam alta nos preços dos produtos e serviços ligados à alimentação; habitação, educação, leitura e recreação; saúde e cuidados pessoais e despesas diversas. Segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) acumulou alta de 6,30% em 2020.
O resultado de 2020 ficou bem acima do que foi registrado em 2019, quando a inflação sentida pela população de baixa renda acumulou alta de 4,60%. Já o IPC-Br, que mede a variação de preços para famílias com renda de 1 a 33 salários mínimos mensais, registrou inflação de 5,17% em 2020, acima dos 4,11% de 2019.
Em dezembro, a inflação da baixa renda acelerou para alta de 1,39%, contra 1,07% do indicador geral. Quatro dos oito componentes do índice registraram aumento em suas taxas de variaçã Habitação (0,39% para 3,21%), Vestuário (-0,04% para 0,44%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,23% para 0,39%) e Despesas Diversas (0,11% para 0,23%).
Maiores altas no an
Alimentaçã 15,37%
Habitaçã 6,13%
Educação, leitura e recreaçã 4,47%
Saúde e cuidados pessoais: 3,37%
Despesas diversas: 2,34%
Principais influências de alta em dezembr
Tarifa de energia: 11,85%
Gasolina: 1,22%
Arroz: 3,92%
Gás de cozinha: 1,72%
Banana prata: 14,28%