Em entrevista à Rádio JM ontem, Almir posicionou que as especulações surgem porque ele demonstrou afinidade com o atual governo
Foto/Rodrigo Garcia

Vereador declarou que não há nada concreto e não houve qualquer conversa recente com a prefeita sobre o assunto
Cotado nos bastidores políticos para assumir a liderança do governo na Câmara Municipal, o vereador Almir Silva (DEM) declarou não ter recebido até o momento convite da prefeita Elisa Araújo (Solidariedade) para a função. Ele não respondeu se aceitaria o posto, caso o convite fosse efetivamente realizado.
Em entrevista à Rádio JM ontem, Almir posicionou que as especulações surgem porque ele demonstrou afinidade com o atual governo e já atuou como líder na gestão anterior. No entanto, o vereador declarou que não há nada concreto e não houve qualquer conversa recente com a prefeita sobre o assunto.
Questionado, o vereador do DEM confirmou que foi sondado por Elisa no início do ano para auxiliar o colega Caio Godoi (Solidariedade) na liderança. Entretanto, Almir disse que recusou a proposta e nada voltou a ser tratado desde então.
Esquivando-se de comentar se um novo convite seria aceito agora, Almir justificou que seria deselegante tecer comentários porque não ocorreu nenhuma movimentação por parte da prefeita. “É muito especulativo se falar sobre algo que de fato não ocorreu [...] Tenho afinidade boa com a prefeita, mas ela não me convidou. É prematuro dizer algo porque não tem convite”, argumentou.
Almir disse apenas que o fato de ser filiado ao DEM seria um impeditivo para assumir a função de líder do governo na Câmara. Apesar de o DEM ter apoiado outra candidatura majoritária em 2020, ele afirma que não haveria dificuldade porque a questão da liderança é baseada em identidade com a gestão. “A liderança é uma relação de afinidade. É acreditar no projeto do governo”, ponderou, novamente reforçando que não houve convite para a função.
O posto de líder na Câmara está vago desde que o vereador Caio Godoi, único eleito pelo Solidariedade, renunciou ao título na última semana. Ele justificou apenas que queria dedicar o tempo para intensificar a atuação como fiscalizador.